Família da Lú

Olá, sou Luciana Boisson, carioca, mas moro na California,  EUA. Estou na  lista Gatos desde outubro de 2004. Meu marido, minha filha Isadora  de quatro anos e eu pertencemos a dois gatinhos lindos chamados Edgar Allan Poe (Poe para os íntimos) e Diana, a caçadora.

Gatuxos

Poe, gatinho negro, nove anos, pelo semi-longo e brilhante,  foi adotado em 2001, aos três meses de idade no Humane Society da Georgia, quando  lá moramos por quarto anos  Eu sempre quis ter uma gato negro e vi que era chegada a hora de adotar um.

No ano seguinte, foi a vez de Dianinha, gatinha preta e branca, que deve ter hoje mais ou menos dez anos, não sabemos ao certo,  aparecer em nossas vidas. Dianinha deve ter sido abandonada e literalmente bateu à nossa porta, nos adotando. A princípio, começou a deixar “presentinhos” na soleira, como coelhos, um pequeno falcão, lagartos, passarinhos, bichinhos estes comuns à área onde morávamos que era afastada do centro da cidade. No começo achei que, pelo porte dos animais, devesse ser alguma brincadeira de alguma criança dos arredores. Mas qual não foi a minha surpresa um belo dia, quando abri a porta  dei de cara com Dianinha na varanda, como que esperando por mim. Nós,  logicamente  antes de adotá-la definitivamente, pesquisamos  por um mês  na vizinhança se alguém havia perdido uma gatinha branca e preta,  já que não gostariamos que ficassem com algum gato nosso que tivesse por uma infelicidade  escapado de dentro de casa e se perdido,  sem antes serem  procurados bastante pelo dono. Então a  levamos ao Vet para um exame geral e ele disse que a gatinha era já castrada, que estava saudável  e que deveria ter mais ou menos dois anos na época. Por fim  decidimos que Dianinha iria fazer parte de nossa família. Poe a aceitou  bem. Aliás, eu diria que Dianinha o subjulgou, passando a ser a “dona da casa”, apesar de recém-chegada.

Em 2003,  voltamos para a California, estado de origem de meu marido e onde estão todos os de sua família. Consideramos que a viagem de mudança em avião iria estressar demais os nossos gatinhos pois nos vôos de Atlanta para São Francisco  geralmente há baldeação.   Deste modo decidimos enviar todos os nossos pertences por carga aérea e ir em carro, atravessando os EUA de ponta a ponta, em três dias de viagem. Os gatinhos passaram muito bem, não enjoaram  e nem se estressaram, já que parávamos algumas vezes durante o dia para comer e dormíamos em hotéis que aceitavam  gatos.

Isa & Poe

Quando engravidei de minha filha Isadora,   confesso que fiquei um tanto apreensiva de como os gatinhos iriam reagir à chegada da bebê, principalmente  Dianinha que é muito agarrada a mim. Mas  para nossa surpresa, os gatinhos pareciam já saber que dentro de alguns meses iriam ter companhia.

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