Por que criar os gatos dentro de casa?

1 set

Texto maravilhoso escrito peça Vanessa do Blog Lampertop. Aproveitem!

GATOS – CRIAÇÃO INDOOR

Por que insistir em conscientizar os proprietários de gatos sobre a importância de mantê-los sem acesso à rua em vez de brigar com os malvados que atropelam, envenenam, torturam… a culpa dessas atrocidades não é de quem as comete? Simples, pois é muito mais fácil e eficiente fazer com que quem REALMENTE GOSTA de gatos se conscientize sobre a importância de castrá-los e não dar acesso à rua do que fazer com que psicopatas deixem de ser psicopatas.

Se com leis rígidas contra o assassinato de seres humanos ainda tem um monte de gente matando por aí, imagina em relação aos gatos, animais de que a maioria das pessoas não gosta e tem preconceito e a quem não há lei eficiente que proteja?

Não, gatos que vivem dentro de casa não estão sofrendo e infelizes. E não, gatos que têm acesso à rua não estão livres e felizes. Como eu sei disso? Porque meu conceito de felicidade e infelicidade felina não está apoiado em meus valores humanos (isso seria um contra senso, não? “Eu sou feliz transando, logo, meu gato é feliz transando também”), mas em como os gatos demonstram felicidade ou infelicidade.

Porém, algumas coisas são universais: nenhum ser espancado é feliz. Nenhum ser envenenado é feliz. Nenhum ser torturado é feliz. Nenhum ser com ferimentos infeccionados é feliz. É só ter noção de causa e conseqüência. Um gato não castrado vai fazer pelo menos quatro gatinhos abandonados em cada gata que encontrar pelo caminho, em suas “andanças”. O que acontecerá com esses gatinhos? O que acontece com filhote de gato na rua? Os poucos que sobreviverem farão mais gatos abandonados, e a responsabilidade é do gato que originou tudo isso ou do dono que não o castrou? E a gata na sua casa que tem uma cria que você distribui entre os amigos? E os filhotes desses filhotes? O que seus amigos farão com eles? E os que fizerem filhotes pelas ruas? Isso não é responsabilidade nossa?

A realidade sobre a castração

Gatos são animais com uma grande profusão hormonal. Bem maior do que a nossa, aliás. Hormônios sexuais que os obrigam a reproduzir a espécie, para que não desapareça. Porém, há uma superpopulação de gatos sofrendo nas ruas e se reproduzindo descontroladamente (todo mundo sabe disso, não é?) logo, não há necessidade de mais reprodução da espécie.

Mas eles não gostam de “transar”? A atividade sexual dos gatos é regulada única e exclusivamente pela atividade hormonal, não tem o apelo emocional que tem nos humanos, por exemplo, nem é sequer prazeroso. Mas como a gente sabe disso? O pênis do gato possui pequenos espinhos, que servem para sangrar a vagina da fêmea, pois o espermatozóide do gato só sobrevive em meio sanguíneo. A dor e o sangramento estimulam a ovulação na fêmea.

O gato tem primeiro que brigar com outros gatos pela fêmea. Após muita briga, gritaria, arranhões, machucados e mordidas, ele vai até a fêmea que o aceita por causa do cio, induzido pelos hormônios. Ele morde a fêmea pela nuca, para imobilizá-la e introduz o pênis espinhoso. Ela grita de dor, não de prazer. E ele a segura para que ela não se mova, e possa, assim, perpetuar a espécie. Quando a solta, ele ainda apanha dela. Todo esse estresse é dirigido pelos hormônios que não têm a menor consciência de que a espécie sofre com a superpopulação. O gato chega em casa (quando tem casa) todo machucado das brigas e possivelmente não está nada feliz com essa situação, mas não pode evitar.

Quanto aos riscos… eles são animais, têm instintos, não se defendem sozinhos?

Doenças muito comuns em gatos, para as quais não há tratamento eficaz, nem vacina, como Peritonite Infecciosa Felina (PIF), AIDS Felina (FIV) e Leucemia Felina (FELV) são transmitidas nas brigas, através de mordidas e do contato sexual. São muito contagiosas entre os gatos, embora não passem para os seres humanos. Como gatos não castrados – ou mesmo castrados – sem acesso à rua poderiam se defender de brigas de gatos infectados?

Além disso, gatos na rua estão sujeitos a atropelamentos (eles não sabem atravessar a rua, não entendem nossas regras de trânsito), envenenamentos, ataques de cachorros (aí sim, até podem correr para se defender, mas o último que eu soube que fez isso escapou de três cachorros que o perseguiam e na fuga colidiu violentamente com um carro que passava na rua e quebrou o pescoço. O motorista nem teve tempo de desviar) e espancamentos por pessoas ruins (de criaturas tão maiores, maldosas e mais fortes não há como se defender).

A castração e a criação indoor evitam que a vida do gato seja abreviada por motivos tão estúpidos. O que pode ser evitado não deve ser considerado acidente, nem visto com naturalidade quando acontece. Se o gato está sob sua responsabilidade, é seu dever protegê-lo do mundo criado pela nossa espécie e para a nossa espécie, tão hostil aos animais domésticos que não têm culpa de terem sido tirados de seu habitat há milhares de anos, perdido grande parte de seus instintos sem a menor possibilidade de desenvolver ferramentas para se proteger em meio aos humanos.

Com tanta castração, gatos não serão extintos?

Gato castrado não se despersonaliza, ele só deixa de ser guiado exclusivamente pelos hormônios. Assim, ele pode viver tranqüilamente sua vida de gato, sem a neurose da perpetuação da espécie a qualquer custo (já que a espécie está mais do que perpetuada).

Mas se todo mundo castrar, eles não serão extintos? Quem se faz essa pergunta não parou para pensar ou nunca procurou sair às ruas à procura de gatos abandonados para alimentar. Eles saem bem tarde da noite, e voltam a se esconder assim que amanhece. Para começar, existem gatos em todos os lugares, se reproduzindo descontroladamente. Alguns nunca sequer serão pegos, pois são extremamente ariscos e morrerão doentes ou sob as rodas de algum carro, não sem antes se reproduzir muito.

Existem gatos nos bairros mais pobres, nas favelas mais distantes, onde as pessoas nem sequer ouviram falar de controle de natalidade e as próprias mulheres têm dezenas de filhos, que acabam não tendo condições de estudo, nem de um futuro. Essas pessoas criam gatos soltos e que se reproduzem descontroladamente, pois essa é sua própria realidade, vai demorar um bocado para que tenham acesso a informação e castração.

Existem pessoas ignorantes – e elas sempre existirão – cujos gatos continuarão a morrer atropelados, doentes, envenenados, assassinados e sem castrar, se reproduzindo descontroladamente. Existe uma superpopulação absurda de gatos abandonados, que só cresce, cresce e cresce. A possibilidade de extinção diante dessa realidade parece piada. E é.

E a liberdade? Gatos não são animais livres?

Mais um conceito que enxergamos baseados em nossos valores. O homem gostaria de viver solto, fazendo o que quisesse, andando de lá para cá sem medo e sem noção, transando com todo mundo sem responsabilidade, fazendo filhos que não precisaria assumir, apenas para provar virilidade. As mulheres gostariam de ter milhares e milhares de filhos para provar a maternidade, sem precisar criá-los ou se preocupar com seu futuro, ser desejadas por dezenas de machos, que se matariam por causa delas. É uma visão, de certa forma, romântica, e bem longe da realidade.

A liberdade dos gatos na rua, da forma como imaginamos, não existe. Já falei da relação sexual, que não é nada bonita, nem prazerosa, e nunca poderia ser chamada de “namoro”.

A estrutura social dos gatos urbanos é um tanto quanto agressiva. Existe um macho dominante (macho alfa) que, aliás, dificilmente vai ser o seu gato domiciliado (antes que algum homem ache legal a idéia do seu gato ser o macho dominante do pedaço). Eles têm uma sociedade dividida em classes (sim!!), cada um tem seu território e briga por ele.

Existem caminhos que pertencem apenas ao dono do território (e ninguém pode passar ali), outros caminhos são comunitários e também existem regras de tráfego bem definidas. Se um desavisado cortar o caminho do dono do território, pode até ser expulso, sem conseguir voltar. Gatos que brigam na rua, guiados por hormônios, podem até se matar em uma disputa violenta, cegar ou machucar profundamente. É um mundo violento, com regras estruturadas.

Mas se é tão ruim, por que eles saem? Seus gatos não vão ficar pensando “Ah, lá fora o fulaninho pode me bater, o cachorro já correu atrás de mim, então acho que eu não vou sair”. Eles são curiosos e não têm noção. Embora até consigam se virar bem dentro da estrutura que eles próprios criaram, não conseguem lidar direito com a estrutura dos humanos: carros, motos, gente ruim, veneno, etc. Ao primeiro sinal de perigo, correrão para o lugar em que eles realmente são livres: suas casas (seu território). O gato que citei, que estava fugindo dos três cachorros, foi atropelado enquanto corria, desesperado e atento apenas aos predadores, em direção à casa onde morava com seu “dono”. Estava querendo voltar para a segurança de seu território, onde sabia que ninguém o machucaria.

Dentro de casa

Gatos só são mesmo livres dentro de casa, pois ali é o território deles, onde eles se sentem seguros. Mas são curiosos e sempre irão querer passar pelas portas ou janelas que estiverem abertas para eles. Feche a porta de um cômodo qualquer da sua casa e imediatamente aquele será o lugar mais legal do mundo, no qual seu gato irá querer entrar a qualquer custo, até esquecer a idéia.

Gatos que vivem dentro de casa, com as janelas teladas não ficam miando desesperadamente para sair, sinto desiludir quem se apoiava nesse argumento. Mesmo o que eu adotei adulto e morava na rua, miou por apenas uma semana, pois tinha o hábito de sair (e hábito não é necessidade). Quando viu que eu não cederia, resolveu explorar o ambiente interno e começou a brincar, a se adaptar à nova casa.

Hoje ninguém tenta sair, ninguém fica miando desesperadamente, mas também não tenho sequer um gato apático em casa. Agora mesmo, acabaram de brincar de lutinha, o Tiggy está caçando seu ratinho de brinquedo e o Gatão perseguindo uma bolinha. A Ricota está bebendo água. Eles são bem livres dentro de casa, escolhem seus lugares preferidos, seus brinquedos preferidos, brincam bastante, comem bem e depois dormem junto da gente (ou no sofá da sala, quando está muito calor).

Assistem à janela como assistimos à TV, curiosos com a movimentação de vizinhos, cachorros e pássaros. Eles são pequenos, até mesmo um apartamento de um quarto, como aquele em que eu morava no Rio, é um mundo para eles, pois ao contrário dos cachorros, eles sobem nos móveis, entram embaixo das coisas, o espaço não é apenas horizontal, tem várias possibilidades.

Meus gatos não são exceção, todo mundo que tem gato castrado sem acesso à rua sabe que eles vivem muito melhor do que os que tivemos em casa pelo método “antigo”. E isso não é egoísmo. Garanto que seria muito mais cômodo ter meu gatinho para brincar e apertar, mas não ter o trabalho de levar ao veterinário, me responsabilizar por ele o tempo todo e ainda ter a tranqüilidade de dizer que ele “sumiu” ou que foi morto e culpar o vizinho, depois arrumar outro gato, sem peso algum na consciência.

O cara que odeia animais e envenena o gato que aparece sempre em sua casa está certo? Não. Alguma coisa justifica o que ele fez? Não. Mas ele não é obrigado a aceitar um bicho que ele não gosta em seu quintal. Não é mesmo. Isso não o faz menos assassino, não o faz menos monstro, não o faz menos malvado, nem menos psicopata, nem menos imbecil, covarde, fraco e babaca. Isso não faz com que ele esteja certo ao maltratar, mas mostra que ele não é o único responsável por esse acontecimento, pois ele não foi na casa da menina para matar a gata dela, ele teve seu espaço invadido por uma criatura que ele não sabe respeitar.

É exatamente a mesma coisa de dizer que um pai é co-responsável pela morte de sua filha de dois anos, que ele deixou sair às onze da noite até a casa de um vizinho que já era suspeito de assassinar crianças, inclusive o irmão mais velho da menina. Não dá para dizer “é a vida”, nós temos responsabilidades e devemos assumí-las.

Uma criança não conhece a estrutura da nossa sociedade e os perigos da rua, é pequena, sem maldade e fraca demais para conseguir se defender de adultos, maldades e acidentes. Um gato adulto tem como se defender em sua sociedade felina, mas essa sociedade é estruturada dentro da nossa sociedade e das nossas ruas, para as quais ele também é pequeno, fraco e sem maldade, incapaz de se defender sozinho e supor os perigos que não são naturais, foram criados pelo homem.

Meu gato é louco para entrar no forno. Se eu abro a porta, tenho que cuidar para que ele não se jogue lá dentro. Mas ele não tem instintos que deveriam protegê-lo dessa vontade? Pois é, avise isso para ele. Não é porque ele tem curiosidade de entrar no forno que eu vou achar que ele precisa entrar lá, que ele gosta e vai sofrer se eu não deixar. Se eu deixar e um dia ele entrar no forno ligado e se queimar, não posso dizer que foi culpa dele ou que “pelo menos ele morreu feliz, fazendo o que queria”. Seria um tanto quanto irresponsável de minha parte, não?

Dizer que eles são livres nas ruas, que essa é a “natureza” do gato e que eles têm que “namorar” e são infelizes dentro de casa é argumento de quem não tinha até agora informação suficiente sobre a realidade da sociedade deles, da natureza deles e da vida de gatos castrados e sem acesso à rua.

Gostaria que ninguém comentasse absolutamente nada antes de ler (e ter certeza de que entendeu, nem que precise ler mais de uma vez) tudo o que escrevi. Sei que é muita coisa, mas também sei que ninguém está interessado a exercitar preguiça mental e que todos têm interesse em informações, não apenas em manter suas opiniões arraigadas e “ganhar a discussão”. Eu não quero ganhar nada, meu interesse é ver menos gatos nas ruas, e esse é o único caminho.

Assunto sem fim

É consenso entre as entidades sérias de proteção animal de que a castração e criação indoor (sem acesso à rua) é a melhor forma de cuidar de gatos e ao mesmo tempo proteger a espécie. Acredito que quem gosta de gato não gosta apenas do seu gato, mas de todos, e se preocupa com a espécie inteira.

Idéias pré-concebidas e mais do que ultrapassadas, mitos como o que prega que a castração deixa o animal letárgico, que a castração deixa o animal infeliz, que gato precisa “dar voltinhas”, que gato se apega a casa e não ao dono, que mulher grávida pode pegar toxoplasmose acariciando qualquer gato (argh, por favor, se você não tem o hábito de comer fezes de gato infectado pelo toxoplasma expostas no ambiente por 48 horas, ou comer a carne crua de gatos infectados pelo toxoplasma – e poucos gatos são infectados – não se preocupe com uma possível transmissão de toxoplasmose pelos gatos. Muito mais importante é cuidar da higiene dos vegetais que você consome e do cozimento da carne que você costuma comer. Toxoplasmose se pega por via oral, dessas maneiras), que gato é traiçoeiro, etc. etc. etc. são coisas que só prejudicam os pobres animais, que nada têm com a ignorância humana. E além de prejudicar os gatos, me deixam muito, mas muito revoltada e chateada por ver o quanto minha espécie ainda está atrasada.

E de uma vez por todas: é muito fácil não dar acesso à rua a um gato castrado (e de preferência, castre as fêmeas antes do primeiro cio, com quatro ou no máximo cinco meses. E os machos, com cinco ou seis meses. Embora possa ser feita a castração precoce, mas aí o procedimento é diferente), basta instalar redes de proteção em todas as janelas (inclusive nos vitrôs).

A quem mora em apartamento, redes de proteção são obrigatórias, mas se você mora em casa e quer que seus gatos tenham acesso ao quintal, pode telar os muros e o portão, de maneira a não deixar nenhum lugar pelo qual ele possa escapar. Algumas idéias de tela nesse site:

http://mopibichos.sites.uol.com.br/modelosdetela.htm

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37 Respostas to “Por que criar os gatos dentro de casa?”

  1. Andre Luz 02/09/2010 às 1:22 am #

    Isso ficou sensacional!!!

  2. Paula 26/10/2010 às 11:57 pm #

    Falou tudo, tenho três gatos adotados, castrados e criados indoor. Apesar da dificuldade de contê-los, pois gato é um bicho difícil de segurar, tenho certeza de que sempre valerá a pena. Quem ama cuida e protege!!!!

  3. Vera Carvalho Maia 14/01/2011 às 2:28 pm #

    Boa tarde, adorei o artigo, temas que são assunto de deabte entre as pessoas que têm gatos indoor e outdoor, contudo, fala apenas dos gatos não castrados dentro e fora, ou dos gatos castrados só indoor e os gatos castrados com acesso à rua? Claro que não ficam livres dos vizinhos malfeitores, nem dos envenenamentos, nem dos cães, nem dos carros, etc, mas tirando isso tudo, sei que não é possível, fazemos assim, se perguntar a um gato castrado se ele preferia ter uma casa com acesso à rua o que acha que ele responderia? se ele seria mais feliz fechado ou com acesso à rua, para poder caçar, trepar às árvores, fazer explorações…, como seria? o que ele respondia? Sempre tive gatos castrados, mas fico sempre com a ideia de que são mais felizes se tiverem acesso à rua e não me fale por favor da parte do ser feliz doente ou atropelado, não é disso que estou a falar… .

    • Isis Soledad 23/02/2011 às 6:33 pm #

      Olha, todas as minhas gatas vieram da rua, 2 delas ainda filhotes, mas a mais velha já tinha aproximadamente 4 anos quando adotei e nenhuma delas demonstra o menor interesse pela rua, pelo contrário, as 2 que vieram filhotes tem pavor. Tenho certeza que são mais felizes assim.

      • mbavaresco 23/02/2011 às 6:37 pm #

        Oi Cachinhos!
        Olha, se eu abro a porta o único que dá uma de João Sem Braço é o Nélson… affffe!
        E é tão bobo que ao invés de fugir para baixo, ele sobe… hehehehehe!
        Beijocas

  4. lene 26/01/2011 às 8:27 pm #

    é isso ai falou tudo que eu queria…eu crio seis gatos dentro de casa trancados e minha casa é pequena so eu e meu esposo e eles sao muito felizes assim brincam muito…se eu os deixasse ir pra rua acho que nao teria mais nenhum…AS PESSOAS PRECISAM DE MAIS INFORMAÇOES PORQUE AINDA EXISTE MUITA IGNORANCIA E PRECONCEITO SOBRE GATOS!

  5. maria.2007.luiza@hotmail.com 23/02/2011 às 5:57 pm #

    Oi, adorei ler essa matéria pois estou passando por período de dificuldade com meus gatos, uma siamesa de 20 anos e seu filho de 17, ele esta com 2 dentes inflamados tomando direto antibiótico e ela com insuficiência renal, tomando soro todos os dias para ajudar o rim funcionar, sempre achei que os felinos são mal tratados pelo home, desde de pequena na minha casa eu cuidava dos gatos e meus familiares só escurrasavam até davam comida mas éra restos e por qualquer coisa tocavam os cachorros eu chorava de pena e meu pai até queria me bater tudo que eu podia fazer fazia escondido deles para o bem estar dos gatos, choro m uito pelos meus que estão velhos e com problema mas vou fazer tudo que poço até quando eles estiverem vivos depois acho que não vou querer lembrar que existem gatos porque sofro muito quando vejo eles na rua mendigando comida e as pessoas tocam os cachorros. o ser humano não sabe muitas coisas da vida são inteligente mas não tem muita sabedoria infelizmente, tenho gasto com meus gatos a base de 250 reais por semana com a saúde deles, se meu filho souber estou frita, ontem fui comprar um tenis que vi numa loja quando tomei conhecimento do valor cai fora, sabendo que tenho que guardar dinheiro para meus guris como eu falo fiquei só pensando no calçado mas não comprei , só os exames de minha Pity saiu 100reais e dali 8 dias tem que fazer n ovamente fora o mais, tipo medicamento para os 2 , táxi, alimento especial, tipo 500grama 25,30 reais e assim por diante apesar deles serem animais com garas e dentes pra morder nota-se que são untanto carentes e que andam sempre desconfiados já nascem escorrasados, mas o homem acha que esta certo, eu não concordo, beijos e abraços atodos que como eu entede os animais felinos no caso

    • mbavaresco 23/02/2011 às 6:11 pm #

      Maria Luiza,
      Nós, amantes de felinos, sabemos o quanto eles são especiais e o quanto nos trazem de benefícios. Infelizmente as pessoas ainda tem muito preconceito com eles, mas isto está mudando. Muito devagarinho, mas está.
      Faço votos que seus pequenos amigos fiquem bem, apesar da idade avançada.
      Eu tb gasto bastante com meus quatro filhotes peludos, mas fazer o que? São filhos e filhos a gente faz tudo o que pode, e até o que não pode, né?
      Um abraço e obrigada pela visita!

  6. Vivi 11/03/2011 às 12:20 am #

    Nossa!!!Foi esclarecedor seu artigo. Tenho uma gatinha criada dentro de casa, mas meu pai vive dizendo que ela não é feliz, que eu a estou maltratando feito criar pássaro em gaiola. Fico com o meu coração partido cada vez que a vejo miando em frente a porta (isso só acontece quando eu e o Lucky – meu cachorrinho- estamos do lado de fora da porta). Aqui eu sinto que se o Lucky está dentro da casa, ela nem liga pra rua. Mas basta ela ver a animação dele diante da coleira para passear que já começa a miar. O jeito tem sido levar ela no colo (rsrsrsrsrs).

  7. Carla 27/06/2011 às 2:06 pm #

    Adorei o artigo!!

    Adotei uma gata de rua prenha, ela ainda era muito novinha (devido ao tamanho, acho que era o primeiro cio). Bom! Fiquei com a gata, castrei, cuidei dos filhotes, e ainda fiquei com um. Uma gatinha branca linda de olhinhos azuis, ainda não castrei, mas não consigo deixá-la sair de casa, ela vive aqui dentro com a família, tem caminha, brinquedo, enfim, tem tudo pra se divertir.
    A mãe, que eu castrei, continua aqui, ela vem comer e vai embora,dorme lá fora, não consegue ficar dentro de casa, ela passa a noite toda fora, já foi atropelada duas vezes, moro em uma rua muito movimentada, não sei o que eu faço pra deixá-la aqui dentro, pois ela e a filha brigam muito (pelo fato da filha já estar com 9 meses).

    Ás vezes fico pensando que a pequena é um pouco triste, minha casa tem janelas de vidro, e as vezes ela passa horas olhando lá pra fora!!Que dó, me dá!!Mas não tenho coragem de deixá-la sair!!

    Quando viajamos, ela fica aqui dentro por até uma semana sozinha…tadinha, morro de dó.

    Não sei o que fazer pra melhorar a vida dela, ela é super brincalhona, mas as vezes acho que ela deve ficar muito triste.

    • mbavaresco 27/06/2011 às 2:14 pm #

      O melhor que você poderia ter feito pela mãezinha você fez: acolheu no momento mais delicado e depois castrou. O ideal mesmo é que ela ficasse dentro de casa e que as saidas fossem teladas. Assim como ela sai e volta, pode ser que um dia ela não volte mais. Gatos na rua são vítimas de humanos, de gente ruim, de carros, de veneno e de outros gatos também.
      Quanto a filhote, vc não deve se sentir culpada porque é o melhor que vc pode fazer por ela, com certeza. Os meus passam horas na janela mas eu jamais deixaria que saíssem, porque a rua é muito pior para eles.
      Enfim, meu conselho seria de pegar a mãe, deixá-la retida em casa e se vc tivesse oportunidade, que telasse as janelas pelo menos para elas poderem curtir a brisa em segurança.
      Abraços

  8. luciane 09/09/2011 às 11:41 pm #

    foi mto bom ter lido esse artigo! tenho três gatos criados dentro de casa, depois de ter perdido alguns por terem sido criados soltos… o q e eu não gosto é de receber visitas q impliquem c os meus bichanos e q me chamem de louca por eu manter eles presos e castrados, com todas as janelas teladas e a casa meio q adaptada pro bem estar deles … mas podem continuar falando… eu amo gatos e cuido mto bem dessas criaturinhas fofas!

  9. vania 18/01/2012 às 6:02 pm #

    Olá…também gostei muito do artigo…tenho duas fofuras (2meninos) que são irmãos e os adotei aos dois meses de idade…aos cinco foram castrados e moro num apartamento todo telado. Eles só tem acesso à rua quando vão ao veterinário e qdo ficam nas janelas e sacadas, claro.
    Mas também tenho a impressão de que se pudessem escolher ir pra rua, eles iriam…sei lá..me dá uma dor no coração ás vezes….Mas também sei que dou o melhor pra eles, ração da melhor, arranhadores, petiscos e sempre que saio trago um brinquedinho novo, e eles adoram as novidades..Enfim, são uns fofos..se jogam no chão pra eu fazer massagem neles! rsrs
    Não gostaria de achar que gostariam de estar na rua…Por isso que dá vontade de trocar uma idéia de vez em quando com alguém que também tenha gatinhos em apartamento..Assim não fico me sentindo meio mal..rsrs
    Obrigada pelo artigo!

    Vania

    • mbavaresco 18/01/2012 às 8:05 pm #

      Oi Vania!! Somos muito parecidas então! =)
      Obrigada pelo comentário!

  10. heyla 18/02/2012 às 4:12 pm #

    tenho uma gata linda, é a minha vidinha me preocupo muito com ela entao fico desesperada para dar a ela uma vida mais comfortável, e gostei muito dos comentários pois achava que era só eu quem preocupava tanto com o bem estar dessas lindezinhas

    • mbavaresco 19/02/2012 às 3:47 pm #

      Não é só você Heyla. Pode ter certeza.
      Nunca a premissa “Quem Ama Cuida!” foi tão levada a sério.
      Um abraço

  11. Luciana Santos 29/05/2012 às 3:28 pm #

    Amei o artigo….se pelo menos minha sogra teimosa tivesse a consciencia nao teria sumido meu gatinho de 2 meses,estou desesperada,mal consigo abrir meu olho de tao inchado que ele ta de tanto chorar……ela nao me ouve e eu nao sei o q faço!!

  12. Bartyra 16/06/2012 às 8:12 pm #

    Tenho 4 gatos, 2 meninas e 2 meninos, todos castrados e resgatados de abrigos,ou seja, vieram da rua mesmo, e nao sinto a menor culpa por mante-los dentro de casa. Eles adoram assistir a vida la fora mas nao acho que eles ficam tristes por nao estarem la. Eles apenas curtem assistir toda a movimentacao, a brisa, o solzinho la na area. Aqui em casa so entra racao super premium e minha irma q tb eh gateira faz questao de mandar um monte de brinquedos importados pq mora fora do pais e tudo quando eh tipo de geringonca q ela encontra ela mando pros meus filhos. Ainda assim vejo q eles gostam mesmo eh de brincar de pique, correr, subir nas coisas e dormir. Eles sao completamente felizes dentro de casa e nunca tentaram fugir. Simplesmente nao ha interesse algum da parte deles pela porta da frente. O artigo eh perfeito, muito esclarecedor e por favor gente, pela decima milesima vez: lugar de gato eh dentro de casa!!! E fora com esse sentimento de culpa.

  13. Sueli 14/07/2012 às 1:01 pm #

    SENSACIONAL… Amo meus bichinhos…

    • cristhiene 18/09/2012 às 12:42 am #

      addddoro gatos mas minha mae diz que faz mal para o pumao , como faço para convenser ela de que os gatos nao fazem mal?

  14. Ânira Noctum 21/09/2012 às 9:56 pm #

    Obrigada pelo texto, muito esclarecedor. Amo animais e observo a falta de conhecimento que, infelizmente, se tem sobre o assunto; em sua maioria o animal é mais um objeto de ”decoração”.

    Sim, devemos cuidar e se responsabilizar pelas atitudes, é como se fosse um filho, a diferença é que esse tem patas…

    • Flavia Reinehr 01/10/2012 às 6:28 pm #

      Oi, acabei de adotar uma gatinha recém castrada, ainda está com os pontos, ela tem 9 meses, uma fofinha, ainda está em fase de adaptação e veio suja e meio assustada, mas vi ela numafeirinha de doações e não resisti, amo gatos, os de raça, os sem raça, os com alguma deficiência e diferente do que muita gente acha, acho eles muito carinhosos e aquele “ronronar” é a coisa mais gostosa do mundo.
      Mas….essa minha nova gatinha não pode perceber que está sozinha que começa a miar muito, a noite ela mia o tempo inteiro e quando saio para trabalhar ouço ela miando em 5 segundos. QUal é o tempo aproximado da adaptação na nova casa? nunca adotei nenhum gato com mais de 2 meses, essa é minha primeira experiência, quando ela vai parar de miar e eu poderei dormir novamente? rsrsrss alguém me ajude.
      Abraços Flavia

      • Tatiana 01/10/2012 às 8:12 pm #

        Oi, Flavia,

        Sua gatinha está num local novo, com pessoas novas, pode ser realmente só da fase da adaptação, tem que ter paciência, conversar muito, deixar brinquedinhos para ela.

        A fase de adaptação de um gato a sua nova casa depende muito de gato para gato mas uma boa média é de 15 a 30 dias. Caso sua gatinha permaneça com o comportamento de miar quando está sozinha, eu te aconselho a pensar na possibilidade de adotar um outro gatinho para fazer companhia para ela quando todos os humanos da casa saem! 😉

        E cuidar de 1 gato ou de 2, não tem muita diferença em termos de trabalho no dia a dia.

        Boa sorte com a adaptação e parabéns pelo ato de amor!

        Tatiana

  15. Susana Alves 29/10/2012 às 5:04 pm #

    Olá!
    Parabéns pelo texto, está muito bom e muito completo.
    Gostava apenas de deixar dois comentários, porque este texto deve ser muito divulgado para abrir mentes, mas deve ser divulgado com a maior correcção para que não digam que os protectores dos animais inventam.
    1 – A gata fêmea só tem ovulação induzida pela dor e pelo proprio acto sexual. Por isso é que o macho a tem de agarrar mordendo-lhe o pescoço. O macho ejacula e, quando retira o pénis, provoca a dor necessária para que a fêmea ovule. O sangramento da fêmea é uma consequência, não é para que os espermatozoides sobrevivam em meio sanguineo (isso é um mito). Os espermatozoides só sobrevivem se a gata ovular, libertando um ligeiro muco que lhes permite “nadarem” até ao seu destino.
    Pensa-se que as gatas que já foram cobertas, guardam memória dessa dor e que, quando estão no cio estão ansiosas entre o “saberem que vai doer” e o sentimento de obrigação em perpetuar a espécie. Daí o gato agarrá-las pelo cachaço, pois existem fêmeas para as quais a recordação da dor é mais forte e tentam fugir assim que o gato as tenta cobrir.
    2 – O FelV (virus da leucemia felina) tem vacina. Mas não tem cura, sendo possivelmente mais mortal a curto prazo do que o FIV. Além de que a vacina para proteger do FelV está fortemente associada ao aparecimento de fibrossarcoma (que é um tumor muito maligno e infiltrativo).

    Deixo só estas notas de forma a complementar melhor o excelente texto que está apresentado.
    Parabéns

  16. Vanessa Lampert 29/10/2012 às 8:09 pm #

    Olá! Hoje recebi este link de uma amiga que me perguntava: “Vanessa, esse texto não é seu?” Sim, é “uma pérola que todos deveriam ler” (e agradeço pela opinião), mas infelizmente lhe foi repassado sem os devidos créditos. Não me oponho e nunca me opus à divulgação desse texto, muito pelo contrário, eu sempre digo que, dando os devidos créditos, ele pode ser divulgado onde bem entender. No entanto, escrever é minha profissão e tenho trabalhado desde 2005 em prol de diminuir os textos com autoria trocada ou omitida na internet, então preciso pedir que a autoria seja identificada. Por mais que estejamos lutando por uma causa – e justamente por causa disso – é importante que a fonte seja mantida.

    O texto original está no link: http://lampertop.com.br/?page_id=629

    Grande abraço!

    • Vanessa Lampert 29/10/2012 às 8:43 pm #

      Eu, novamente. Observando bem, percebi que esse não é o texto original. Algumas partes do texto original foram suprimidas (curiosamente, as que poderiam identificar a fonte…). Logo, as alterações não foram feitas sem querer. O link para o ensaio ainda mais longo, que contém as fontes de pesquisa utilizadas para a criação do texto, por exemplo, foi omitido. O link que coloquei no comentário anterior contém o texto original.

      • mbavaresco 29/10/2012 às 9:05 pm #

        Oi Vanessa, sinto muitíssimo que isso tenha acontecido e que bom que você apareceu e reconheceu seu texto. Vou linkar a fonte original e colocar os créditos sim.
        Desculpe, mas quando recebi o mesmo por email, de uma protetora daqui ele já estava assim!
        Um grande abraço e desculpe mais uma vez!
        Ps.: se vc achar melhor, posso retirá-lo sem problema.

      • Vanessa Lampert 29/10/2012 às 9:33 pm #

        Nãããão! Não retire…risos…eu quero que essas informações estejam espalhadas por todos os lugares, sejam impressas e deixadas em caixas de correio, distribuídas na rua, enfim. A única coisa que sempre peço é que mantenham os créditos, ou seja, coloquem o nome do autor no final do texto, ou o link para o post. Isso eu faço com todos os textos, não só com os meus (na verdade, eu faço mais com os dos outros do que com os meus…rs…) Não posso deixar de alertar as pessoas conscientes sobre a importância de se manter a fonte, já que trabalho com isso há pelo menos sete anos no site autordesconhecido.com.br

        Esse texto sobre posse responsável foi alterado e divulgado sem autoria não sei por quem, e foi essa a versão que você recebeu (está em vários outros blogs e sites também). Mas não estou brava, não! Só que eu sou uma criatura certinha. Tudo tem de estar em seu devido lugar. Textos com créditos, janelas com telas e gatinhos dentro de casa, castradinhos. 🙂

        Beijos!

  17. Tatiana 01/11/2012 às 6:27 pm #

    Em casa meus gatos também tinham acesso à rua, apesar de meus protestos e minhas tentativas de faze-los entenderem que é perigoso. O que eu sempre ouvia do meu pai era: mas eles gostam de ficar na rua, eles nasceram para ser livres e tudo mais.
    Até que um dia, um novo vizinho se mudou para a casa ao lado e colocou cerca elétrica nos muros. A partir deste dia, nunca mais deixamos eles saírem. Quem mais sentiu foi minha gatinha. Ela miava demais, e foi uma guerra pra conseguir fazer com que ela permanecesse dentro de casa. Agora ela já está acostumada. Fica também na janela, que tem uma grade pra poder ficar aberta, e sempre olhando a rua, mas sei que o MELHOR pra ela é ficar dentro.
    Um dia, por um deslize da minha mãe, a porta e o portão ficaram abertos e ela fugiu!
    Quase morri de tanta tristeza, chorei litros. Imprimi cartazes, divulguei no Facebook, mas ela voltou, suja, molhada pela chuva e mais um pouco ela ainda teria se machucado, pois iria brigar com outro gato que vive na rua. 🙂

  18. Zuleidy Meurer Pereira 11/11/2012 às 2:59 pm #

    Olá, tenho um gato com 3 anos de idade. Descobrimos a pouco tempo que ele é soropositivo da aids felino. Sofremos muito só de saber que a qualquer hora podemos encontrá-lo morto. Mas estamos fazendo de tudo, tomando todos os cuidados para que ele viva mais alguns anos, pois tenho uma filha pequena que o ama como irmão, e é triste ver ela chorar pelos cantos de vez em quando, pensando no seu gatinho tão amado.
    Beijos, adorei seu blog

    • mbavaresco 11/11/2012 às 3:02 pm #

      Obrigada pelo seu comentário. O seu felino sabe que é amado, tenham certeza. Torcemos que ele possa ter uma vida feliz mesmo portando essa doença. Um beijo!

  19. Michelle 03/01/2013 às 3:35 am #

    Oi, querida! Eu adorei ler o texto que escreveu! Como todos os que amam seus bichanos, eu também tinha dúvida se o meu gato era feliz vivendo apenas aqui dentro de casa.
    Agora vejo que eu não sou ua péssima “dona” e não me sinto mais egoísta.
    Me identifiquei com tudo o que disse: já tive gatos atropelados, vizinho envenenando meus “filhinhos” por causa de suas gaiolas de passarinhos!!!
    O MENINNO (meu gato) está com 14 meses e convive muito bem com minha cadela Jade e se vira bem na piscina… É meu xodó e cuido pra que ele não suba no muro, pois não tem como deixar minha casa fechada. Duas vezes ele tentou sair e eu coloquei a escada e fui atrás do fujão… Percebí que preciso castrá-lo mas, trouxe uma nova gatinha hoje e pretendia deixar eles terem apenas uma única cria e em seguida, castrar os dois!
    Estou na dúvida de que fazer…
    Me ajude, amiga… Please! Fica com Deus.

    • Bi@nK 01/02/2013 às 1:25 pm #

      Oi Michelle, espero que a essa altura voce já tenha percebido que não é legal deixar seus gatinhos procriarem, eles não precisam disso…. Existem centenas de gatinhos esperando por adoção na sua cidade e sempre que voce achar tem condições de adotar um filhote novo, é só procurar na internet e em abrigos. Quanto a deixar a casa fechada, não é bem por aí, voce pode colocar telas inclinadas nos muros e no portão da sua casa ou ainda, impedir o acesso dos seus gatos ao exterior sob supervisão constrante e deixa-los presos dentro de casa assim que escurece, tipo após as 18h… São algumas dicas e esppero que possa te-la ajudado em algo…

  20. Rosi 23/03/2013 às 9:05 pm #

    Minha vida com os gatos começou, por acaso, em maio do ano passado. Uma linda gata cor de mel (e o seu nome agora é Mel) apareceu em meu quintal, entrou em casa e não saiu mais. Procurei entre os vizinhos quem seria seu dono, mas não o localizei. O veterinário estimou que ela tinha 5 meses à epoca. Minha poodle de 6 anos estranhou um pouco, mas aceitou a nova companheira. Pouco tempo depois percebemos que Mel estava engordando e qual foi a surpresa… Estava prenha. Em 10 de julho de 2012, às 05h00 nasceu o primeiro filhote (ela escolheu uma caixa que estava no quarto). Ao todo foram 4 gatinhas e 1 gatinho. Minha cunhada quis o gatinho e meu irmão ficou com uma das gatinhas. Hoje tenho 4 gatas (a mãe e 3 filhas) e minha cachorra. Todas castradas, sossegadinhas e lindas. Adoram ficar olhando o movimento da rua deitadas na janela da sala ou tomar sol deitadas perto do portão (tudo telado para não correr riscos). Quando chego do trabalho a primeira a esperar que saia do carro é minha cachorra e logo atrás, com um caminhar sossegado e rebolante, vem as 4 gatas prontas para se esfregarem em minhas pernas e me dar boas vindas. Não me arrependo em nenhum momento, por ter acolhido minha Melzinha que me trouxe mais 3 coisinhas lindas para nos distrair. Quanto à alergia… Minha filha tem bronquite alérgia e nunca teve nenhuma crise, mesmo com a convivência com as bichanas!

    • mbavaresco 23/03/2013 às 10:40 pm #

      Que lindo seu depoimento Rosi!!!Adorei!
      Abraços, Marilia

  21. Ana Carolina 01/07/2013 às 4:34 pm #

    Nossa, texto lindo, parabéns. Eu também adotei dois gatos, ja castrei o macho e agora é a vez da fêmea, eles vivem dentro de casa e saem no quintal um pouco, mas nunca para a rua, e são muito felizes!

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